Coletânea dupla dá voz a Almir Sater

Aclamado ás da viola, o pantaneiro Almir Sater é compositor e músico que já tem vários discos instrumentais no belo currículo. Mas sempre cantou. A coletânea dupla O violeiro canta dá voz a esse artista nascido há quase 60 anos em Campo Grande, em Mato Grosso do Sul. Nas lojas na segunda quinzena deste mês de julho, a compilação rebobina 28 músicas gravadas com a voz do violeiro cantor. Há fonogramas dos álbuns Almir Sater (1981) e Rasta bonito (1989), lançados pela extinta gravadora Continental. Do disco de 1981, o disco recicla Bicho preguiça (Almir Sater e Paulo Klein), Estradeiro (Almir Sater e Paulo Klein), Semente (Almir Sater e Paulo Simões) e O carrapicho e a pimenta (Almir Sater e Paulo Klein).  Do álbum de 1989, há o clássico sertanejo Tristeza do Jeca (Angelino Moreira, 1924), o sucesso autoral Um violeiro toca (composto com o parceiro Renato Teixeira) e Cruzada (Tavinho Moura e Márcio Borges, 1978), incursão do pantaneiro pelo repertório mineiro do Clube da Esquina. O repertório inclui Chalana (Mário Zan e Arlindo Pinto, 1952), hit rural associado ao Pantanal e gravado por Sater em 1990.

(Foto: reprodução da capa da compilação O violeiro canta)

 

 

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